Como está a Tecnologia para os diabéticos

Um paciente com diabetes (seja do tipo 1 ou do tipo 2) que exija tratamento com insulina, a recomendação dada é checar até 7 vezes durante as 24 horas, antes e também após as refeições e até de madrugada. Como está a tecnologia para os diabéticos visando melhorar esta prática inevitável?

Há sim “uma luz no fim do túnel”. Uma nova tecnologia vem se mostrando eficiente e pretende mudar a forma como o diabetes pode ser acompanhado atualmente.

A constante pergunta de como está a tecnologia para os diabéticos já consegue encontrar respostas favoráveis no intuito de melhorar e muito a vida destes pacientes. São sistemas de monitorização contínua da glicemia, um eficaz mecanismo a favor dos diabéticos.

Como está a Tecnologia para os diabéticos

Monitoração Contínua

Uma recente tecnologia, de sistemas de monitoramento continuo de glicemia, promete substituir os incômodos furos nos dedos. O diabético encosta um sensor, mais ou menos do tamanho de uma moeda de 1 real, na parte de trás do braço, ficando ali grudado por aproximadamente 14 dias seguidos.

Se o paciente desejar saber a taxa, basta aproximar ao sensor um outro dispositivo, muito parecido com um aparelho celular, que este rapidamente mostrará o resultado na tela.

Muito mais do que isso, o equipamento que é vendido há cerca de um ano atrás no Brasil, indica ainda a tendência de queda ou alta do açúcar nas próximas horas do dia, o que com certeza ajuda a evitar quadros de excesso ou de falta de glicose no sangue (hiperglicemia e hipoglicemia).

Alguns estudos já vêm mapeando a algum tempo de como esta novidade trará vantagens na prática. Com a análise de alguns usuários do sistema, revelou-se um acréscimo de praticamente 5 horas no tempo de permanência, considerando a faixa ideal de glicemia estabelecida.

É possível ainda analisar de perto as diversas curvas glicêmicas do diabético, principalmente pacientes com diabetes do tipo 1 e do tipo 2, que demandam o uso da insulina.

Realmente é o sonho de qualquer profissional da área de saúde que tratam pacientes diabéticos. Alterações que antes não eram perceptíveis, agora são facilmente e rapidamente identificadas e acompanhadas.

Todo diabético sabe que as alterações no nível glicêmico não apresentam qualquer sintoma onde, em casos extremos, pode ser tarde demais pois a hipoglicemia, por exemplo, pode causar desmaios, coma e até uma morte súbita.

Já a hiperglicemia pode lesar os vasos sanguíneos e com o tempo causar cegueira, falência dos rins, infarto e até um AVC. Deste modo, é fácil notar a importância da tecnologia no auxílio do acompanhamento desta doença.

Já foram realizadas diversas pesquisas:

Este sistema é pioneiro e este segmento de mercado com certeza irá se expandir nos anos que virão. Diversas empresas já estão trabalhando com algumas de suas versões. A americana GlySens Incorporated é um bom exemplo pois desenvolveram um sensor que é implantado debaixo da pele do paciente e que dura até 12 meses consecutivos.

Inclusive, entrevistando a Criadora do livro receitas saudáveis para diabéticos tipo 2, ela me disse que seus pacientes já estão utilizando apps para monitorar o que vai comer e a hora que vai comer, fazendo com que as pessoas fiquem mais rigorosas com a frequência para se tornarem mais saudáveis.

Diversas pesquisas com os seres humanos já estão em andamento e, pelo menos por enquanto, não há uma previsão de lançamento para este sistema da GlySens Incorporated. Mas existem outras opções disponíveis no mercado que também poderão facilitar e melhorar o acompanhamento feito pelos diabéticos.

Veja Alguns Exemplos:

Um bom exemplo são os clássicos glicosímetros que foram totalmente repaginados e agora ficaram muito mais modernos. Alguns aparelhos trabalham com um sistema de cores onde o visor fica verde, se os valores glicêmicos estiverem dentro dos limites, vermelho quando acima e azul quando abaixo.

Também é possível personaliza-lo de acordo com cada perfil de paciente, ajudando-o a entender melhor o significado dos dados apresentados.

Continuando, existem ainda aplicativos de celular disponíveis no mercado que visam também facilitar a vida de quem possui a doença. Eles ajudam a calcular o carboidrato ingerido durante uma refeição e a dose de insulina necessário para ser injetada.

Como está a tecnologia para os diabéticos? Muito bem, obrigado. A tecnologia promete mudar muita coisa no controle desta doença.